A MALDADE HUMANA ME ASSUSTA!

Boa noite, meus queridos leitores e admiradores!

Hoje venho compartilhar com vocês uma situação bastante chata e desagradável que venho enfrentando no meu local de trabalho.

Como muitos de vocês sabem, atuo como cuidador no IBC (Instituto Benjamin Constant). Lá, conheci a Juliana, uma aluna de 19 anos, com quem desenvolvi uma linda amizade. O que nos aproximou foi a nossa paixão em comum pela música e pela composição.

Como o instituto é voltado para o atendimento a pessoas com deficiência visual, eu a acompanhava nos horários de almoço e lanche, momentos em que aproveitávamos para conversar.

Infelizmente, um grupo de mães que trabalha na cantina da escola passou a espalhar boatos totalmente inverídicos e desrespeitosos. Começaram a insinuar que eu e a Juliana teríamos um envolvimento amoroso e até criaram histórias dizendo que ela teria perdido meu número de telefone.

Quero deixar extremamente claro que nunca houve, de nenhuma das partes, qualquer tipo de intenção ou envolvimento que ultrapassasse os limites do respeito profissional e da amizade. Inclusive, estávamos planejando criar uma música juntos e eu a estava auxiliando na produção de seu álbum.

Lamentavelmente, essas fofocas chegaram ao conhecimento dos meus superiores, que me orientaram a me afastar da aluna para me preservar e me proteger de maiores complicações.

Sinto muito por tudo isso. Era uma amizade sincera, que eu valorizava muito e que acabou prejudicada pela maldade e pela falta de empatia de terceiros. O mais irônico é que essas mesmas pessoas não viram as vezes em que estendi a mão, ou quando me coloquei à disposição para ouvir seus desabafos e oferecer apoio.

Uma pena que situações assim ainda aconteçam.


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