Olá, meus queridos admiradores, tudo bem com vocês? Espero do fundo do coração que sim.

Eu sempre faço publicações no Instagram e nas outras redes, mas nada supera a emoção e a vontade que tenho de escrever para este blog. Acredito que é porque este blog é como se fosse um diário onde posso desabafar, mostrar o meu trabalho e meus sonhos sem que ninguém possa me criticar ou me julgar.

um ano, eu publiquei aqui um post chamado "Bastidores nunca contados!", no qual cito minha experiência como presidente do Grêmio estudantil. A postagem de hoje não será a respeito da briga que houve até porque esta publicação que fiz em julho de 2025 foi justamente para explicar tudo que passei naquela escola , mas sim para falar como foi a volta por cima após a queda.

A queda:

Me vi longe do cargo pelo qual tanto lutei e longe daquela que, até então, foi uma das minhas maiores criações. No tempo em que fui afastado, me vi de amado a odiado por aqueles aos quais dei oportunidade e depositei minha confiança.

Parei de ter vontade de ir à escola, iniciei uma crise emocional e uma tristeza com mistura de raiva pela situação em que estava. Me vi sozinho, e muitos amigos se afastaram, restando pouquíssimos que eu podia até contar nos dedos.

E, quando senti que poderia retornar, meu coração ainda tinha uma tristeza que, aos poucos, foi sendo substituída por pequenas alegrias vindas dos poucos amigos que ao meu lado restaram. Até que retornei ao cargo, e lembro perfeitamente do dia 22 de junho de 2024.

Foi uma alegria, mas essa alegria foi substituída por inseguranças e por mal-estar perante aqueles que um dia jurei serem meus amigos.

Deus me enviou pessoas novas e colocou sob minha cabeça novas ideias, como o PCN. E foi por meio de uma dessas pessoas que consegui meu primeiro emprego, onde conheci uma segunda pessoa que me levou a outro emprego, até que, no fim, cheguei ao meu atual.